segunda-feira, 11 de maio de 2015

Sobre a onda de pessoas com preguiça de viver - ou um texto para refletir em momentos de crise

Andei preocupada com coisas que vi pela internet... Vi pessoas do meu círculo de amizades que eu sei que não têm depressão falando em se cortar como se fosse algo legal...  Vi crianças dizendo que não têm motivos para viver (E QUE CRIANÇA NO ALTO DE SEUS 9 ANOS TEM???)

[ATENÇÃO, PESSOAS EM DEPRESSÃO NÃO DEVEM LER ESTE TEXTO!]
(estas reflexões são destinadas a pessoas que passam por alguma crise, ou estão tristes, mas se você está se tratando de depressão, ou se desconfia de ter a doença, evite!)

Sabe, eu até entendo sua dor (da maioria de vocês, creio).  É foda se dar conta de que o mundo não é lindo, não é legal, e muito menos se importa com você.
Eu, sinceramente não me importo especificamente com você, muito provavelmente.
Entendo que você tenha seus motivos pra se sentir um merda, e provavelmente, a maior parte do mundo te ache mesmo um merda.
Agora... (serei escrota, e muito!) (se tiver triggers com suicídio e depressão, pare de ler, esse texto NÃO É PARA VOCÊ, já avisei)

Se você tem vontade de se suicidar você tem duas opções:
a) procure um psicólogo, é sério! querer se matar não é nosso "instinto natural". Se tiver preconceitos com psicólogos, procure um psiquiatra ou talvez quem sabe procure grupos de terapias. Use o google.
b) se mate! Não, esse não é um texto que quer incentivar o suicídio, longe disso, mas ficar pagando de depressivo suicida, se cortando, postando fotinho de pulso cortado além de não te ajudar com nada (você não tá nem morto, nem se tratando), faz as pessoas que se importam com a sua existência (acredita em mim, elas existem) sofrerem tanto ou mais do que você e ainda é um incentivo negativo para quem está se tratando.

Apenas pare de ser babaca!
Não acredita na humanidade? Faça alguma coisa por ela...
Continua sem acreditar? Faça alguma coisa por você!

Não é bonito se cortar! Não são marcas legais! Não é "moda"!
Depressão é doença! Pare de ser idiota!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Penso,

ainda existo...